Faixa Salarial por Fonte
Mediana combinada (Glassdoor + Indeed)
R$ 27.350,00
por mês
Quem é o Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil?
O Oficial de Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) na Delegação da União Europeia é um profissional de alto nível responsável por facilitar e aprofundar a colaboração científica entre os Estados-Membros da UE e o Brasil. Este cargo exige uma visão estratégica sobre o ecossistema de inovação global, atuando como um elo diplomático e técnico para promover parcerias de pesquisa.
O titular desta posição monitora as tendências tecnológicas brasileiras e europeias, identificando oportunidades de financiamento coletivo, intercâmbio de pesquisadores e desenvolvimento de projetos conjuntos. Além disso, desempenha um papel fundamental na diplomacia científica, apoiando a implementação de acordos bilaterais e representando os interesses da UE em fóruns acadêmicos e governamentais.
A função requer grande capacidade de análise política e social, pois o oficial deve interpretar como as mudanças legislativas e orçamentárias no Brasil afetam a agenda de inovação europeia. É um cargo que exige trânsito entre o setor público, a academia e a indústria, visando sempre a cooperação sustentável e o progresso tecnológico.
Principais Atividades
- Analisar tendências de CT&I no Brasil e Europa
- Promover o programa Horizonte Europa junto à comunidade científica brasileira
- Organizar missões técnicas e eventos de cooperação científica
- Apoiar a articulação entre as agências de fomento brasileiras e europeias
- Redigir briefings e relatórios para a sede em Bruxelas
- Representar a Delegação em conferências e simpósios de tecnologia
- Facilitar a mobilidade de pesquisadores entre os dois blocos
- Monitorar o orçamento de programas de cooperação internacional
- Assessorar a Embaixadora/Ambassador em assuntos de ciência e tecnologia
- Gerir bancos de dados de parceiros estratégicos em inovação
Formações Mais Comuns
- Relações Internacionais
- Ciência Política
- Engenharia (diversas áreas) com especialização em Gestão
- Economia
- Direito Internacional
- Gestão de Projetos Tecnológicos
Mercado em Distrito Federal
O Distrito Federal é o centro nevrálgico para este cargo, concentrando as sedes das embaixadas, organismos internacionais e os ministérios brasileiros (MCTI e MRE). A demanda em Brasília é estável e altamente competitiva, focada em profissionais de elite que transitam bem pelo poder público federal.
O mercado no DF para especialistas em cooperação internacional de alto escalão é caracterizado por redes de contatos restritas e exigência de um perfil multidisciplinar. A proximidade com o Palácio do Itamaraty e os conselhos de pesquisa torna Brasília o único local no Brasil para o pleno exercício desta função diplomático-tecnológica.
Salário por Nível de Experiência
Estimativa salarial para Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil em Distrito Federal por senioridade
Competências Mais Exigidas
Hard Skills
Soft Skills
Informações para Contratação
Códigos CBO — Classificação Brasileira de Ocupações
Especialista em políticas públicas e gestão governamental
Especialistas em cooperação internacional e analistas de políticas públicas em organismos diplomáticos.
Economista (Internacional)
Profissionais que analisam, pesquisam e propõem soluções para o desenvolvimento econômico e tecnológico.
Regimes de Contratação
Contrato Local (Diplomático/Especial) baseado nas leis locais com benefícios da UE.
Benefícios Mais Oferecidos
Tire suas dúvidas sobre Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil
É necessário ter fluência em Inglês (nível C1/C2). O conhecimento de Português é essencial e o domínio de outras línguas da UE (como Francês ou Espanhol) é um diferencial importante.
Geralmente exige-se nível superior completo (Mestrado ou Doutorado preferenciais) em áreas relacionadas a Relações Internacionais, Ciência Política ou Ciências Naturais/Engenharia com foco em gestão.
Não, os processos seletivos da União Europeia para postos locais seguem regras específicas de recrutamento internacional, geralmente envolvendo análise curricular, provas escritas e painéis de entrevista.
Sim, viagens frequentes para Bruxelas e visitas a centros de pesquisa e universidades em diversos estados do Brasil fazem parte da rotina.
Atuar na interface entre o Horizonte Europa (principal programa de fomento da UE) e os sistemas de fomento brasileiros, como o CNPq e a FINEP.
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