Qual o salário de Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil em Distrito Federal?

A média salarial de Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil em Distrito Federal é de R$ 27.350,00 por mês em 2026. A faixa varia entre R$ 26.600,00 e R$ 28.100,00, segundo dados do Glassdoor e Indeed. Profissionais seniores podem receber acima de R$ 28.100,00.

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Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil em Distrito Federal

R$ 27.350,00/mês

A média salarial de Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil em Distrito Federal é de R$ 27.350,00 por mês, com base em dados do Glassdoor e Indeed.

Faixa Salarial por Fonte

Glassdoor
MínimoR$ 19.000,00
MedianaR$ 20.500,00
MáximoR$ 22.000,00
Ver fonte →
Indeed
MínimoR$ 34.200,00
MedianaR$ 34.200,00
MáximoR$ 34.200,00
Ver fonte →

Mediana combinada (Glassdoor + Indeed)

R$ 27.350,00

por mês

Quem é o Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil?

O Oficial de Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) na Delegação da União Europeia é um profissional de alto nível responsável por facilitar e aprofundar a colaboração científica entre os Estados-Membros da UE e o Brasil. Este cargo exige uma visão estratégica sobre o ecossistema de inovação global, atuando como um elo diplomático e técnico para promover parcerias de pesquisa.

O titular desta posição monitora as tendências tecnológicas brasileiras e europeias, identificando oportunidades de financiamento coletivo, intercâmbio de pesquisadores e desenvolvimento de projetos conjuntos. Além disso, desempenha um papel fundamental na diplomacia científica, apoiando a implementação de acordos bilaterais e representando os interesses da UE em fóruns acadêmicos e governamentais.

A função requer grande capacidade de análise política e social, pois o oficial deve interpretar como as mudanças legislativas e orçamentárias no Brasil afetam a agenda de inovação europeia. É um cargo que exige trânsito entre o setor público, a academia e a indústria, visando sempre a cooperação sustentável e o progresso tecnológico.

Principais Atividades

  • Analisar tendências de CT&I no Brasil e Europa
  • Promover o programa Horizonte Europa junto à comunidade científica brasileira
  • Organizar missões técnicas e eventos de cooperação científica
  • Apoiar a articulação entre as agências de fomento brasileiras e europeias
  • Redigir briefings e relatórios para a sede em Bruxelas
  • Representar a Delegação em conferências e simpósios de tecnologia
  • Facilitar a mobilidade de pesquisadores entre os dois blocos
  • Monitorar o orçamento de programas de cooperação internacional
  • Assessorar a Embaixadora/Ambassador em assuntos de ciência e tecnologia
  • Gerir bancos de dados de parceiros estratégicos em inovação

Formações Mais Comuns

  • Relações Internacionais
  • Ciência Política
  • Engenharia (diversas áreas) com especialização em Gestão
  • Economia
  • Direito Internacional
  • Gestão de Projetos Tecnológicos

Mercado em Distrito Federal

O Distrito Federal é o centro nevrálgico para este cargo, concentrando as sedes das embaixadas, organismos internacionais e os ministérios brasileiros (MCTI e MRE). A demanda em Brasília é estável e altamente competitiva, focada em profissionais de elite que transitam bem pelo poder público federal.

O mercado no DF para especialistas em cooperação internacional de alto escalão é caracterizado por redes de contatos restritas e exigência de um perfil multidisciplinar. A proximidade com o Palácio do Itamaraty e os conselhos de pesquisa torna Brasília o único local no Brasil para o pleno exercício desta função diplomático-tecnológica.

Salário por Nível de Experiência

Estimativa salarial para Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil em Distrito Federal por senioridade

Junior (0-2 anos)0-2 anos
MínimoR$ 26.600,00
MedianaR$ 26.750,00
MáximoR$ 26.900,00
Pleno (3-5 anos)3-5 anos
MínimoR$ 27.100,00
MedianaR$ 27.350,00
MáximoR$ 27.600,00
Senior (6+ anos)6+ anos
MínimoR$ 27.500,00
MedianaR$ 27.800,00
MáximoR$ 28.100,00

Competências Mais Exigidas

Hard Skills

Conhecimento do Programa Horizonte EuropaGestão de projetos internacionaisFluência em Inglês (C1/C2)Análise de políticas públicas de CT&IRedação oficial e técnicaConhecimento da legislação de CT&I no Brasil e na UEDiplomacia científicaElaboração de relatórios estratégicos

Soft Skills

Diplomacia e tato políticoExcelente comunicação interculturalPensamento analítico e críticoProatividade e autonomiaHabilidade de negociaçãoNetworking e facilidade em criar conexões

Informações para Contratação

Códigos CBO — Classificação Brasileira de Ocupações

1112-55

Especialista em políticas públicas e gestão governamental

Especialistas em cooperação internacional e analistas de políticas públicas em organismos diplomáticos.

2512-30_

Economista (Internacional)

Profissionais que analisam, pesquisam e propõem soluções para o desenvolvimento econômico e tecnológico.

Regimes de Contratação

Contrato Local (Diplomático/Especial) baseado nas leis locais com benefícios da UE.

Benefícios Mais Oferecidos

Plano de saúde e odontológico internacionalAuxílio-educação para dependentesPrevidência complementar privadaAuxílio-transporte ou estacionamentoRecesso de fim de ano e feriados diplomáticosPrograma de treinamento contínuoSeguro de vida em grupoLicenças especiais para missões oficiais
Dúvidas Frequentes

Tire suas dúvidas sobre Oficial De Politicas De Ciencia Tecnologia E Inovacao Na Delegacao Da Uniao Europeia No Brasil

É necessário ter fluência em Inglês (nível C1/C2). O conhecimento de Português é essencial e o domínio de outras línguas da UE (como Francês ou Espanhol) é um diferencial importante.

Geralmente exige-se nível superior completo (Mestrado ou Doutorado preferenciais) em áreas relacionadas a Relações Internacionais, Ciência Política ou Ciências Naturais/Engenharia com foco em gestão.

Não, os processos seletivos da União Europeia para postos locais seguem regras específicas de recrutamento internacional, geralmente envolvendo análise curricular, provas escritas e painéis de entrevista.

Sim, viagens frequentes para Bruxelas e visitas a centros de pesquisa e universidades em diversos estados do Brasil fazem parte da rotina.

Atuar na interface entre o Horizonte Europa (principal programa de fomento da UE) e os sistemas de fomento brasileiros, como o CNPq e a FINEP.

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