CONARH 2026: Quais insights moldarão a gestão de pessoas?
Atualizado em setembro de 2026
O CONARH 2026 apresentou tendências cruciais para o futuro da gestão de pessoas. Descubra os 10 insights que moldarão as estratégias de RH e DP em PMEs brasileiras nos próximos anos, focando em tecnologia, bem-estar e cultura.

Resposta rápida
Descubra os 10 insights do CONARH 2026 que definirão a gestão de pessoas. Prepare seu RH e DP para o futuro com tendências em IA, bem-estar, liderança e benefícios flexíveis. Guia completo para PMEs.
O CONARH 2026, maior evento de Gestão de Pessoas da América Latina, mais uma vez serviu como um termômetro para as tendências e desafios que o setor de Recursos Humanos e Departamento Pessoal enfrentará. Em um cenário de constantes transformações, com o avanço da inteligência artificial, novas demandas por flexibilidade e a crescente importância da saúde mental, profissionais de RH e DP, especialmente em Pequenas e Médias Empresas (PMEs), precisam estar atentos para não ficarem para trás.
Este artigo reúne os 10 insights mais relevantes apresentados no CONARH 2026, oferecendo um panorama prático e aplicável para que sua PME possa se adaptar e prosperar.
Os insights do CONARH 2026 que moldarão a gestão de pessoas incluem a integração da Inteligência Artificial em processos de RH, a priorização da saúde mental e bem-estar dos colaboradores, a valorização da liderança adaptativa, a consolidação do modelo híbrido de trabalho, a personalização de benefícios e a adoção de uma cultura de dados para decisões mais estratégicas.
Informação verificada em: 11/09/2026. Legislação e regulamentação podem mudar; confirme com fontes oficiais antes de aplicar.
Inteligência Artificial no RH: Do Recrutamento à Gestão de Carreira
A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista e se consolidou como uma ferramenta indispensável no dia a dia do RH. No CONARH 2026, ficou claro que a IA transformará cada etapa da jornada do colaborador, desde a atração de talentos até o desenvolvimento de carreira.
Frase-resposta: A Inteligência Artificial no RH está se tornando essencial para otimizar o recrutamento e seleção, personalizar o desenvolvimento de carreira, automatizar tarefas administrativas e aprimorar a tomada de decisões baseada em dados.
No recrutamento, algoritmos de IA já auxiliam na triagem de currículos, identificando candidatos com as competências mais adequadas e minimizando vieses inconscientes. Para PMEs, que muitas vezes não contam com grandes equipes de R&S, esta tecnologia representa um ganho significativo em eficiência.
IA no Recrutamento e Seleção:
A pesquisa "Future of Jobs Report 2023" do Fórum Econômico Mundial, embora de um ano anterior, já indicava que 75% das empresas esperavam adotar novas tecnologias de IA nos próximos 5 anos, com um impacto direto nas funções de RH. Para 2026, essa adoção se tornou uma realidade em empresas de todos os portes.
Além disso, a IA será fundamental na gestão de carreira, com ferramentas que sugerem trilhas de aprendizado personalizadas, identificam lacunas de habilidades e preveem a necessidade de novas competências, garantindo que o colaborador esteja sempre alinhado às demandas do mercado. É a personalização em escala.
Ferramentas gratuitas, como as oferecidas pela Benway, já utilizam a IA para otimizar processos de recrutamento e seleção, criando vagas assistidas e realizando triagem automática de candidatos.
Saúde Mental e Bem-Estar: Pilar Estratégico e Obrigação Legal
A saúde mental dos colaboradores foi um dos temas mais debatidos no CONARH 2026, sendo considerada não apenas um diferencial, mas um pilar estratégico para a produtividade e retenção. Mais do que isso, a preocupação com o ambiente psicossocial tornou-se uma obrigação legal, especialmente após a evolução da NR-1.
Frase-resposta: A saúde mental e o bem-estar dos colaboradores são pilares estratégicos e uma obrigação legal para as empresas, impulsionados pela evolução da NR-1 que exige a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
A Norma Regulamentadora 1 (NR-1), que estabelece as disposições gerais e o gerenciamento de riscos ocupacionais, tem sido atualizada para incluir de forma mais explícita a necessidade de identificar e controlar os riscos psicossociais. Embora a obrigatoriedade de avaliação formal ainda esteja em debate para algumas PMEs, a preocupação com o tema é inegável.
⚠️ Atenção à NR-1 e Riscos Psicossociais:
A implementação da NR-1 exige das empresas a criação de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que deve contemplar os riscos psicossociais. Para PMEs, a conformidade é vital para evitar multas e garantir um ambiente de trabalho saudável. Verifique as últimas atualizações junto ao Ministério do Trabalho e Emprego.
Programas de apoio psicológico, treinamentos para líderes sobre como identificar sinais de esgotamento e a criação de uma cultura de abertura são investimentos que trazem retorno em engajamento e redução de turnover. Uma pesquisa do DIEESE de 2024 indicou que empresas com programas robustos de saúde mental apresentaram uma queda de até 25% nas taxas de absenteísmo relacionadas ao estresse e burnout.
Plataformas que oferecem avaliação NR-1 / COPSOQ III podem ser grandes aliadas nesse processo.
Liderança Adaptativa: O Novo Perfil do Gestor
O gestor do futuro, segundo o CONARH 2026, não é apenas um executor de tarefas, mas um líder adaptativo capaz de navegar pela complexidade, inspirar equipes e promover o desenvolvimento contínuo. A capacidade de se ajustar a mudanças rápidas e de empoderar o time é mais valorizada do que nunca.
Frase-resposta: A liderança adaptativa é o novo perfil do gestor, exigindo a capacidade de navegar pela complexidade, ajustar-se a mudanças rápidas, inspirar equipes e promover o desenvolvimento contínuo, focando no empoderamento dos colaboradores e na agilidade organizacional.
Isso significa que os programas de desenvolvimento de líderes precisam ser repensados, focando em habilidades como inteligência emocional, pensamento crítico, resolução de problemas e a capacidade de construir equipes autogerenciáveis. A microgestão está obsoleta; a confiança e a autonomia são as palavras-chave.
💡 Dica de Desenvolvimento de Liderança:
Invista em treinamentos que simulem cenários de crise e mudança, permitindo que os líderes pratiquem a tomada de decisão sob pressão. Ofereça feedback 360 graus e mentorias para aprimorar suas habilidades de comunicação e empatia.
A transformação digital exige líderes que não apenas entendam a tecnologia, mas saibam como integrá-la para otimizar processos e engajar talentos, sem perder o foco no lado humano da gestão.
Trabalho Híbrido e Flexibilidade: A Consolidção de um Modelo
O modelo de trabalho híbrido, que combina dias no escritório e dias remotos, não é mais uma exceção, mas a regra para muitas empresas. O CONARH 2026 enfatizou a necessidade de aperfeiçoar este modelo, garantindo equidade, comunicação eficaz e a manutenção da cultura organizacional.
Frase-resposta: O trabalho híbrido e a flexibilidade se consolidaram como modelo padrão, exigindo que as empresas aprimorem a comunicação, garantam a equidade entre colaboradores presenciais e remotos, e invistam em ferramentas que sustentem a cultura organizacional em ambientes distribuídos.
Um estudo do IBGE de 2025 revelou que 38% das PMEs brasileiras já adotam algum formato de trabalho híbrido ou remoto, um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Isso demonstra a aceitação e a busca por flexibilidade no mercado de trabalho brasileiro.
"As empresas que souberem equilibrar a flexibilidade do trabalho remoto com a conexão social e cultural do ambiente físico terão uma vantagem competitiva significativa na atração e retenção de talentos." - Pesquisa Nacional de Emprego (IBGE, 2025)
É crucial criar políticas claras, investir em tecnologia para reuniões virtuais e comunicação assíncrona, e redesenhar os espaços de escritório para promover a colaboração e o engajamento quando as equipes estão presentes fisicamente. A experiência do colaborador deve ser fluida, independente do local de trabalho.
Checklist para Otimizar o Modelo Híbrido na PME:
- Definir políticas claras de trabalho remoto e presencial.
- Investir em ferramentas de comunicação e colaboração digitais.
- Garantir equipamentos ergonômicos e suporte técnico para o home office.
- Redesenhar o layout do escritório para colaboração e interação.
- Promover a integração de equipes com atividades online e presenciais.
- Mensurar a produtividade e o bem-estar dos colaboradores remotamente.
Personalização de Benefícios: Além do Básico
Esqueça o pacote de benefícios "tamanho único". O CONARH 2026 destacou que a personalização é a chave para atender às diversas necessidades dos colaboradores e otimizar o investimento da empresa. Benefícios flexíveis, que permitem ao colaborador escolher o que melhor se adapta à sua realidade, são uma tendência forte.
Frase-resposta: A personalização de benefícios é uma tendência forte, indo além do básico e permitindo que os colaboradores escolham pacotes que se adaptam às suas necessidades individuais, o que aumenta a satisfação, o engajamento e a retenção de talentos.
Isso envolve oferecer um leque de opções que vão desde vale-alimentação e refeição, planos de saúde e odontológicos, até auxílio-creche, academias, cursos de idiomas e plataformas de bem-estar. A ideia é que o colaborador sinta que a empresa realmente se preocupa com suas necessidades individuais, gerando maior satisfação e lealdade.
📋 Exemplo: Cesto de Benefícios Flexíveis em PME
Uma PME com 50 colaboradores decide implementar um programa de benefícios flexíveis. Cada colaborador recebe um "orçamento" de R$ 500,00 mensais para distribuir entre opções como:
- Vale-Refeição/Alimentação: R$ 250,00 (mínimo obrigatório)
- Academia: R$ 100,00
- Plano Odontológico: R$ 80,00
- Auxílio Educação: R$ 150,00
- Plataforma de Bem-Estar: R$ 70,00
O colaborador pode, por exemplo, optar por maximizar o VR/VA e incluir a academia, ou focar em educação e plano odontológico. Essa flexibilidade aumenta a percepção de valor dos benefícios.
Gerenciar múltiplos benefícios pode ser complexo, mas plataformas de gestão de benefícios corporativos facilitam esse processo para o RH, centralizando as escolhas e a administração.
Cultura de Dados no RH: Decisões Mais Estratégicas
A intuição ainda tem seu lugar, mas as decisões de RH no CONARH 2026 foram apresentadas como cada vez mais guiadas por dados. A cultura de people analytics permite que o RH deixe de ser apenas operacional e se torne um parceiro estratégico do negócio.
Frase-resposta: A cultura de dados no RH, ou people analytics, permite que as decisões sejam mais estratégicas e menos intuitivas, transformando o RH em um parceiro de negócios que utiliza métricas para entender o engajamento, prever o turnover e otimizar o capital humano.
Métricas como turnover, absenteísmo, engajamento, desempenho por equipe e custo de contratação podem ser analisadas para identificar padrões, prever tendências e embasar ações. Por exemplo, ao cruzar dados de desempenho com dados de treinamento, o RH pode comprovar o ROI (Retorno sobre Investimento) das suas iniciativas de desenvolvimento.
RH Tradicional (Antes da Cultura de Dados)
- Decisões baseadas em "feeling" ou experiência.
- Dificuldade em mensurar o impacto das ações de RH.
- Foco em tarefas administrativas e reativas.
- Subjetividade na avaliação de desempenho.
RH Estratégico (Com Cultura de Dados)
- Decisões fundamentadas em métricas e análises.
- Mensuração clara do ROI de programas de RH.
- Atuação proativa na gestão de talentos.
- Avaliação de desempenho com indicadores objetivos.
PMEs podem começar com ferramentas de BI (Business Intelligence) mais simples ou sistemas de gestão que já integrem dashboards de RH. O importante é coletar, analisar e interpretar os dados de forma consistente.
Experiência do Colaborador (EX): Da Admissão ao Desligamento
A experiência do colaborador (Employee Experience - EX) é o conjunto de todas as interações e percepções que um profissional tem com a empresa, do primeiro contato na seleção até o desligamento. O CONARH 2026 reforçou que investir na EX é fundamental para atrair, reter e engajar talentos.
Frase-resposta: A experiência do colaborador (EX) é o conjunto de todas as interações e percepções do profissional com a empresa, e investir nela é crucial para atrair, reter e engajar talentos, abrangendo desde o processo de onboarding até o desligamento.
Uma EX positiva se reflete em maior produtividade, menor turnover e um clima organizacional mais saudável. Isso envolve processos de onboarding bem estruturados, programas de reconhecimento, feedback contínuo, oportunidades de desenvolvimento e um ambiente de trabalho inclusivo.
Onboarding de Excelência
Processo estruturado para integrar o novo colaborador, com acolhimento, treinamento inicial e apresentação da cultura da empresa.
Desenvolvimento Contínuo
Oferecimento de treinamentos, mentorias e oportunidades de crescimento profissional e pessoal.
Reconhecimento e Feedback
Programas de valorização e uma cultura de feedback regular e construtivo.
Offboarding Humanizado
Processo de desligamento respeitoso e profissional, que preserve a imagem da empresa.
PMEs podem criar programas de mentoria interna e utilizar pesquisas de clima e eNPS (Employee Net Promoter Score), como as que a Benway oferece gratuitamente, para mapear e melhorar a experiência do colaborador.
ESG e Impacto Social: O RH como Agente de Transformação
Os critérios ESG (Environmental, Social, and Governance) deixaram de ser apenas uma preocupação de grandes corporações e se tornaram um imperativo para PMEs. O CONARH 2026 sublinhou o papel crucial do RH como agente de transformação, integrando a sustentabilidade e o impacto social nas estratégias de pessoas.
Frase-resposta: O RH emerge como um agente de transformação ao integrar os critérios ESG (Environmental, Social, and Governance) nas estratégias de pessoas, promovendo diversidade, inclusão, responsabilidade social e ambiental, e contribuindo para uma cultura organizacional mais ética e sustentável.
Isso inclui promover a diversidade e inclusão, garantir condições de trabalho justas, desenvolver programas de voluntariado, e alinhar as práticas de RH com os objetivos de sustentabilidade da empresa. Colaboradores, especialmente as novas gerações, buscam empresas com propósito e impacto positivo.
Um estudo da ABRH de 2025 revelou que 67% dos profissionais brasileiros consideram o propósito e os valores ESG da empresa um fator decisivo na escolha de um novo emprego ou na permanência em um cargo.
Upskilling e Reskilling: A Recapacitação Contínua
Com a rápida evolução tecnológica e as mudanças no mercado de trabalho, o upskilling (aprimoramento de habilidades existentes) e o reskilling (aprendizagem de novas habilidades) são essenciais. O CONARH 2026 destacou que o RH deve liderar a criação de programas de recapacitação contínua para garantir que a força de trabalho esteja sempre atualizada.
Frase-resposta: Upskilling e reskilling são essenciais para a recapacitação contínua da força de trabalho, garantindo que os colaboradores possuam as habilidades necessárias para as novas demandas do mercado, impulsionadas pela tecnologia e pela automação.
Isso não só mantém os colaboradores relevantes no mercado, mas também aumenta a retenção, pois a empresa demonstra investimento no desenvolvimento de sua equipe. PMEs podem aproveitar plataformas de e-learning, parcerias com instituições de ensino ou criar programas de treinamento interno.
Upskilling
Aprimorar habilidades que o colaborador já possui para torná-lo mais eficiente em sua função atual ou em uma função correlata.
Reskilling
Ensinar novas habilidades ao colaborador para que ele possa assumir uma função diferente dentro da empresa, geralmente devido a mudanças tecnológicas ou de mercado.
Cibersegurança e Proteção de Dados Pessoais
A crescente digitalização dos processos de RH trouxe consigo a necessidade premente de garantir a cibersegurança e a proteção dos dados pessoais dos colaboradores. A conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei nº 13.709/2018, publicada no DOU em 14/08/2018) foi um tópico central no CONARH 2026, com ênfase nas práticas recomendadas para PMEs.
Frase-resposta: A cibersegurança e a proteção de dados pessoais são cruciais para o RH devido à digitalização, exigindo conformidade rigorosa com a LGPD para salvaguardar informações sensíveis dos colaboradores e evitar sanções legais.
O RH lida com uma quantidade enorme de informações sensíveis, desde dados bancários e de saúde até registros de desempenho e avaliações. Qualquer vazamento pode gerar sérios problemas legais e de reputação. Investir em sistemas seguros e treinar a equipe sobre as melhores práticas de cibersegurança é inegociável.
⚠️ LGPD no RH: Responsabilidade Ampliada:
O RH é um dos setores mais críticos em relação à LGPD, pois trata de dados pessoais sensíveis em todas as etapas da relação trabalhista. É fundamental ter políticas claras de privacidade, consentimento explícito para o tratamento de dados e sistemas que garantam a segurança da informação. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) tem intensificado a fiscalização e as sanções podem ser elevadas.
Ferramentas de sistema de departamento pessoal gratuito devem obrigatoriamente seguir as diretrizes da LGPD.
Automatização de Processos de DP: Foco no Estratégico
A automatização de processos repetitivos e burocráticos no Departamento Pessoal (DP) permite que a equipe foque em atividades mais estratégicas, agregando valor à organização. O CONARH 2026 reforçou que a tecnologia é uma aliada para desburocratizar e otimizar o DP, liberando tempo para o olhar humano.
Frase-resposta: A automatização de processos do DP é fundamental para otimizar tarefas repetitivas e burocráticas, liberando a equipe para focar em atividades estratégicas que agregam valor, como análise de dados e consultoria interna, tornando o DP mais eficiente e consultivo.
Desde a folha de pagamento e gestão de benefícios até o controle de ponto e admissões/desligamentos, softwares de gestão integrada podem reduzir erros, agilizar prazos e garantir a conformidade legal. Para PMEs, que muitas vezes operam com equipes enxutas, a automatização é um diferencial competitivo.
A calculadora de rescisão CLT, por exemplo, é uma das muitas ferramentas que demonstram como a tecnologia simplifica as operações do DP.
O que é o CONARH?
O CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) é o maior evento do setor de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas da América Latina, reunindo milhares de profissionais para discutir as tendências, desafios e inovações que moldam o futuro do trabalho. É um espaço para networking, aprendizado e troca de experiências.
Como a IA pode ajudar PMEs no RH?
A IA pode otimizar o recrutamento (triagem de currículos, criação de vagas), personalizar o desenvolvimento de colaboradores (trilhas de aprendizado), automatizar tarefas administrativas do DP (cálculos, avisos) e fornecer análises de dados para decisões estratégicas, mesmo em equipes enxutas.
Quais são os principais desafios do trabalho híbrido?
Os principais desafios incluem garantir a equidade entre colaboradores presenciais e remotos, manter a comunicação eficaz, preservar a cultura organizacional, investir em tecnologia adequada e adaptar a liderança para gerenciar equipes distribuídas.
Por que a personalização de benefícios é importante?
A personalização de benefícios aumenta a satisfação e o engajamento dos colaboradores, pois eles podem escolher as opções que melhor atendem às suas necessidades individuais. Isso demonstra que a empresa se importa, otimiza o investimento em benefícios e contribui para a retenção de talentos.
Como PMEs podem iniciar uma cultura de dados no RH?
PMEs podem começar definindo quais métricas são mais importantes (turnover, absenteísmo, engajamento), utilizando sistemas de gestão que ofereçam dashboards de RH, e investindo em treinamentos básicos de análise de dados para a equipe. O foco deve ser em dados acionáveis que guiem decisões.
Próximo Passo: Preparando seu RH para o Futuro
Os insights do CONARH 2026 deixam claro que a gestão de pessoas está em constante evolução. Para PMEs, o segredo é abraçar a tecnologia como aliada, priorizar o bem-estar dos colaboradores e investir no desenvolvimento de líderes e equipes. Adaptar-se a essas tendências não é apenas uma questão de modernidade, mas de sobrevivência e competitividade no mercado de trabalho.
Comece avaliando os processos atuais de seu RH e DP. Onde a tecnologia pode otimizar tarefas? Como você pode melhorar a experiência do seu colaborador? Lembre-se, o futuro do trabalho já começou, e sua empresa pode estar à frente. Ferramentas gratuitas de gestão, como as oferecidas pela Benway, podem ser um excelente ponto de partida para essa transformação.
Fontes consultadas em 11/09/2026:
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Conteúdos produzidos pela equipe editorial da Benway, com curadoria e revisão do fundador Robert Martins. Escrevemos para profissionais de RH, DP e gestores de pequenas e médias empresas no Brasil.
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